Este post é a continuação do anterior trazendo outras perspectivas sobre as seleções de emprego, utilizando também um texto menos ousado, porém, mais sóbrio. Desta vez não foi psicografado. Kkkk...
Qual seria o motivo de convocar candidatos desprovidos desta ARMA tão poderosa (QI)? Fingir, humilhar, massacrar, rir um pouco, NÃO DEU! Essa foi minha indagação ao final do post “Como chegar próximos dos poderosos?”. Sim, nesta nova etapa pretendo responder os questionamentos e atrelar algumas visões diferentes, ou seja, não será apenas o ‘outro’ lado da moeda, mas as outras faces do “dado”.
Qual o motivo para convocar candidatos desprovidos do Quem Indique? Simples, existe o “manual da indicação”. Por exemplo: em alguns órgãos públicos às vezes passa ser necessário realizar processos seletivos. (mais ou menos como se fosse uma prestação de contas à sociedade). No entanto, os “chefes” já têm os seus eleitos e estes recebem instruções para NÃO faltarem as ‘seleções’(mesmo já tendo garantida a vaga). O intuito? Aparentar que tudo está sendo realizado com lisura, isenção e honestidade. (calma! Não é sempre. Por favor, são casos ‘isolados’. rsrs).
Você me pergunta, será? Sim, frequentemente essas coisas acontecem em todo país. Há pouco tempo um ‘colega’ me disse: “cara, consegui um emprego para meu primo e ele só terá que fazer um teste para não ‘dá na telha que é esquema’”.
Adivinhem para qual instituição foi à vaga? Uma ironia do destino. (Melhor ficar quieto para não ser processado).
O seguinte: não questiono a capacidade técnica do individuo indicado, pelo amor de Deus não é este o problema. Entretanto, outros profissionais poderiam assumir este posto, inclusive com ‘mais’ atributos qualitativos. Ou seja, se é para indicar, que indique, contudo não promova falsa seleção, pois assim desmoraliza o processo e ilude pessoas que se esforçaram para está ali. Concorda?
Uma visão sobre os cargos de confiança.
O nome diz tudo: cargo de confiança (CC), passível de indicação, mas de um currículo plausível. Que preencha os requisitos da vaga. Porém, conheço sujeitos que dispõem de tais cargos e não o exercem, entretanto ao final do mês vão receber o salário normalmente. E quê salário!
Há também aqueles que marcam presença na repartição, porém não estão aptos para assumir suas funções, mesmo assim mantêm-se no emprego forçando os companheiros a trabalharem dobrado com o objetivo de cobrir a lacuna deixada. Mas pode ser pior quando o serviço acaba sendo comprometido.
Empresas privadas.
Atualmente é natural encontrarmos formulários de inscrição elaborados por empresas de Recursos Humanos com o seguinte item: “Quem te indicou?”. Principalmente no sudeste do país. Agora isto pode ser positivo: inúmeras vezes os poderosos solicitam indicações, pois confiam na escolha dos colegas de trabalho, sendo assim, presume-se que os profissionais indicados têm totais condições de preencherem as vagas abertas.
Este tipo de prática visa dinamizar o processo de contratação (muitas vezes demorado quando levado a risca), quando em certas situações a empresa perde um profissional repentinamente, e precisa substituir em caráter de urgência.
Por outro lado, trocas esporádicas acabam impossibilitando a realização de avaliações criteriosas de currículos e entrevistas, por isso, recorrer ao indicado passa a ser a melhor opção (neste caso).
Lado negativo: Alguns gestores ficam viciados em indicações por conta da agilidade no processo, e acabam deixando de conhecer novos candidatos (com variadas visões sobre mesma coisa). Além de engessar o mercado, e contribuir para desilusão de bons profissionais estagnados neste mundo muitas vezes injusto.
Como chegar próximo dos poderosos?
É uma missão dificílima, todavia não é impossível. No próximo post vou relatar algumas histórias verídicas de boas estratégias para chegar próximo dos poderosos.
CONTINUA...
Grande abraço. Have a nice week!

























